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	<title>Acidificação dos oceanos &#8211; APECS Portugal</title>
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	<description>Um site para os jovens cientistas e dos jovens cientistas para o Mundo</description>
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	<title>Acidificação dos oceanos &#8211; APECS Portugal</title>
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		<title>Oceano Ártico é mais vulnerável à acidificação que o Oceano Austral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[APECS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 00:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidificação dos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Ártico]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado em 2013 debruçou-se sobre a comparação da sensibilidade dos oceanos polares à acidificação antropogénica [1]. Esta designação – acidificação, consiste na diminuição do pH causada pelo aumento do dióxido carbono (CO2). Este gás (amplamente produzido por fonte antropogénica) ao dissolver-se na água, reage com esta alterando o seu equilíbrio químico e resultando [&#8230;]]]></description>
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<p>Um estudo publicado em 2013 debruçou-se sobre a comparação da sensibilidade dos oceanos polares à <strong>acidificação</strong> antropogénica [1]. Esta designação – acidificação, consiste na diminuição do <strong>pH</strong> causada pelo aumento do dióxido carbono (CO2). Este gás (amplamente produzido por fonte antropogénica) ao dissolver-se na água, reage com esta alterando o seu equilíbrio químico e resultando na diminuição de pH. Os oceanos polares são quimicamente sensíveis à acidificação antropogénica, devido à sua relativamente baixa alcalinidade e, correspondentemente, uma fraca capacidade de neutralizar ácidos sem perturbar de forma extrema as actividades biológicas que neles ocorrem.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://static.wixstatic.com/media/d5d705_4723de1076e24568870658d5003ee6b0.jpg/v1/fill/w_360,h_173,al_c,q_90,usm_0.66_1.00_0.01/d5d705_4723de1076e24568870658d5003ee6b0.jpg" alt=""/></figure>



<p id="viewer-uq2v">O estudo fez comparações de observações únicas do CO2 abrangendo ciclos anuais. Os locais de estudo foram localizados no Ártico (Amundsen Gulf) e o outro localizou-se em Prydz Bay, na Antártida. Comparativamente, o local de estudo no Ártico demonstrou experienciar maior aquecimento sazonal e maior arrefecimento sazonal. Os menores níveis de alcalinidade e menor pH foram experienciados no Ártico, comparativamente ao local na Antártida.</p>



<p id="viewer-6ckk8">Estes resultados principais sugeriram em que o sistema do Ártico apresenta uma maior vulnerabilidade às alterações antropogénicas relativamente à Antártida, e como tal o fenómeno da acidificação decorrerá no futuro com diferentes magnitudes nestes dois sistemas. Este assunto reveste-se de especial interesse uma vez que a acidificação dos oceanos tem um forte impacto quer ao nível de reações metabólicas; como comportamentais ou mesmo estruturais de alguns seres vivos que constituem a base da cadeia alimentar marítima.</p>



<p id="viewer-ahv3c">[1] Origem em actividades humanas.&nbsp;</p>



<p id="viewer-49q7"><strong>Fonte</strong>:</p>



<p id="viewer-8k0s5">&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p id="viewer-9avre">Shadwick, E. H., T. W. Trull, H. Thomas &amp;&nbsp;J. A. E. Gibson, Vulnerability of Polar Oceans to Anthropogenic Acidification: Comparison of Arctic and Antarctic Seasonal Cycles, Scientific Reports 3, 2339, 2013. doi: <a href="https://www.nature.com/articles/srep02339" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>10.1038/srep02339</u></a></p>



<p id="viewer-cmr0r"><strong>Autora</strong>: Sara Aparício</p>
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