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	<title>Recursos naturais &#8211; APECS Portugal</title>
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	<title>Recursos naturais &#8211; APECS Portugal</title>
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		<title>Como identificamos regiões altamente importantes ecologicamente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[APECS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 17:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[Os humanos e as suas atividades alteraram os ecossistemas marinhos ao longo da história e mais recentemente no tempo, as Áreas Marinhas Protegida (MPA) tornaram-se uma ferramenta cada vez mais popular e de reposta para a conservação e gestão da biodiversidade. &#160;Ao longo de quase 20 anos, várias iniciativas internacionais apelaram à adoção de redes [&#8230;]]]></description>
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<p>Os humanos e as suas atividades alteraram os ecossistemas marinhos ao longo da história e mais recentemente no tempo, as Áreas Marinhas Protegida (MPA) tornaram-se uma ferramenta cada vez mais popular e de reposta para a conservação e gestão da biodiversidade. &nbsp;Ao longo de quase 20 anos, várias iniciativas internacionais apelaram à adoção de redes representativas de Áreas Marinhas Protegidas (MPA), e mais recentemente, em 2015, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 das Nações Unidas voltou a mencionar a necessidade critica de proteger o mínimo de 10% das áreas costeiras e marinhas. Posteriormente, apesar de a proteção global de áreas marinhas protegidas tenha aumentado de 2,9 para 7,5% de 2010 a 2019, ainda fica aquém da meta de Aichi de 10% (2020) e, de facto, metas mais altas de 30% podem ser necessárias. &nbsp;Além disso, as Áreas Marinhas Protegidas onde apenas as atividades humanas leves são permitidas, isto é, sem pesca, tráfico elevado, entre outras, cobrem apenas 2,7% dos oceanos.</p>



<p>Definir estas Áreas é particularmente complexo, muitas das vezes inclui águas internacionais, ou águas em zonas económicas exclusivas de diferentes países, ou mesmo áreas importantes de recursos marinhos. No entanto é crucial que estas áreas englobem zonas altamente importantes ecologicamente para o maior número de espécies possíveis.</p>



<p>Assim este estudo, conduzido no Oceano Austral que circunda todo o continente Antártico, procurou identificar as áreas mais importantes de 17 espécies de aves e mamíferos marinhos que habitam e/ou usam esta região, desde espécies pinguins, albatrozes, foca, baleias etc. Esta identificação foi feita através do uso de dados obtidos por GPS (colocados nas diferentes espécies), que desta forma nos dá a localização e movimentos dos animais, em resposta a mais de 15 variáveis ambientais (ex.: concentração de gelo, profundidade, salinidade etc.) Por fim, com o uso de modelos computacionais, foi possível identificar áreas ecologicamente importantes para um grande número de espécies, representado assim áreas cruciais para o sucesso das mesmas (Figura 1).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2023/01/CaC0123.png" alt="" class="wp-image-5750" width="361" height="471" srcset="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2023/01/CaC0123.png 722w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2023/01/CaC0123-230x300.png 230w" sizes="(max-width: 361px) 100vw, 361px" /><figcaption class="wp-element-caption">Figura 1. Mapa do Oceano Austral e as correntes Áreas Marinhas Protegidas (cor de laranja), e as Áreas propostas (cor-de-rosa).</figcaption></figure>
</div>


<p>Por fim, este conhecimento aumenta consideravelmente a nossa compreensão desta região e ajuda a estabelecer que zonas e áreas deverão ser no futuro potencialmente protegidas e declaras como Áreas Marinha Protegidas pela sua importante função ecológica.</p>



<p>______________________</p>



<p><strong>Fonte</strong>:</p>



<p>Reisinger, R. R., Brooks, C. M., Raymond, B., Freer, J. J., Cotté, C., Xavier, J. C.,.. &amp; Hindell, M. (2022). Predator-derived bioregions in the Southern Ocean: Characteristics, drivers and representation in marine protected areas.&nbsp;<em>Biological Conservation</em>,&nbsp;<em>272</em>, 109630.</p>



<p>Hindell, M.A., Reisinger, R.R., Ropert-Coudert, Y.&nbsp;<em>et al.</em>&nbsp;Tracking of marine predators to protect Southern Ocean ecosystems.&nbsp;<em>Nature</em>&nbsp;<strong>580</strong>, 87–92 (2020). https://doi.org/10.1038/s41586-020-2126-y</p>



<p><strong>Autor</strong>: José Abreu</p>
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		<title>Geoeconomia do/no Ártico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[APECS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2017 16:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ártico]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos assistiu-se a um conjunto de alterações no clima do planeta, com particular destaque para a região do Árctico. O aumento média das temperaturas provocou a destruição de parte significativa do “Permafrost” [1] e alterou significativamente a geografia e a economia da região. Ao nível dos recursos naturais permitiu o aumento das zonas [&#8230;]]]></description>
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<p id="viewer-1jm7i">Nos últimos anos assistiu-se a um conjunto de alterações no clima do planeta, com particular destaque para a região do Árctico. O aumento média das temperaturas provocou a destruição de parte significativa do “Permafrost” [1] e alterou significativamente a geografia e a economia da região.</p>



<p id="viewer-emjna">Ao nível dos recursos naturais permitiu o aumento das zonas de pesca, novas áreas de extração de recursos como petróleo, gás, diamantes e outros materiais com grande valor comercial. No que se refere às transacções comerciais, a abertura de novas rotas áereas, marítimas e terrestres contribuiu para o aumento dos transportes, do turismo, das actividades portuárias e serviços. O seu impacto manifesta-se, ainda, na criação de novas necessidades em estruturas de segurança e defesa, bem como de meios de busca e salvamento.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="740" height="493" src="https://apecsportugal.pt//wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b14a622a244b4a518cbc0364610face9mv2_d_5184_3456_s_4_2.webp" alt="" class="wp-image-2410" srcset="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b14a622a244b4a518cbc0364610face9mv2_d_5184_3456_s_4_2.webp 740w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b14a622a244b4a518cbc0364610face9mv2_d_5184_3456_s_4_2-300x200.webp 300w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b14a622a244b4a518cbc0364610face9mv2_d_5184_3456_s_4_2-391x260.webp 391w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="740" height="500" src="https://apecsportugal.pt//wp-content/uploads/2022/04/d5d705_469bdbe404914cc4a861bb0ad009b571mv2.webp" alt="" class="wp-image-2411" srcset="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_469bdbe404914cc4a861bb0ad009b571mv2.webp 740w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_469bdbe404914cc4a861bb0ad009b571mv2-300x203.webp 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure></div>



<p id="viewer-2da3t">O principal desafio é apurar se os lucros potenciais destas actividades contribuem para melhorar a vida das populações locais ou se vão servir para enriquecer actores externos e destabilizar a região.</p>



<p id="viewer-4ro1r">Algumas ameaças já são uma realidade. Por exemplo: as populações mais jovens das tribos nativas estão a abandonar comportamentos clássicos e a assumir novos gostos e atitudes que não são compreendidas no seio das suas comunidades. Por outro lado, um derrame muito grave de petróleo na região de Prince William Sound, Alaska, em Março de 1989 provocou um dos maiores desastres ambientais causados por intervenção humana.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://apecsportugal.pt//wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b0e51e07e5664a649782d979548a3cd8mv2.webp" alt="" class="wp-image-2412" srcset="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b0e51e07e5664a649782d979548a3cd8mv2.webp 740w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b0e51e07e5664a649782d979548a3cd8mv2-300x200.webp 300w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_b0e51e07e5664a649782d979548a3cd8mv2-391x260.webp 391w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure></div>



<p id="viewer-13f01">Neste contexto, o Conselho Económico do Ártico (AEC) surgiu com o objectivo de facilitar o desenvolvimento económico de forma sustentada e responsável. Apesar de ser um organismo de consulta e opinião tem um papel importante devido à diversidade e proveniência dos seus membros.</p>



<p id="viewer-50sqo">O AEC é constituído por representantes dos Estados e Organizações económicas de todos os países da região [2] e defende que, para serem eficientes e eficazes, as actividades económicas têm de ter em atenção os desafios e caracteristicas únicas da região do Ártico.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://apecsportugal.pt//wp-content/uploads/2022/04/d5d705_1f20e3ddee9b4fbcbca2ea1528fc1e72mv2_d_2048_1366_s_2.webp" alt="" class="wp-image-2413" srcset="https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_1f20e3ddee9b4fbcbca2ea1528fc1e72mv2_d_2048_1366_s_2.webp 740w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_1f20e3ddee9b4fbcbca2ea1528fc1e72mv2_d_2048_1366_s_2-300x200.webp 300w, https://apecsportugal.pt/wp-content/uploads/2022/04/d5d705_1f20e3ddee9b4fbcbca2ea1528fc1e72mv2_d_2048_1366_s_2-391x260.webp 391w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure></div>



<p id="viewer-651bl">[1] Pemafrost – “Permanent Frost” – Permanentemente gelado significa, em Geologia, um terreno cuja temperatura média é inferior a 0 °C, durante dois ou mais anos.</p>



<p id="viewer-75drr">[2] <a href="https://arcticeconomiccouncil.com/about-us/representatives/"><u>https://arcticeconomiccouncil.com/about-us/representatives/</u></a></p>



<p id="viewer-1tvia"><strong>Autor</strong>: Mário Pontes</p>
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